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    Home»Ciência e Tecnologia»Como funciona uma lâmpada por dentro?

    Como funciona uma lâmpada por dentro?

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    Em 1979 Thomas  Edison teve uma ideia que revolucionou toda a história da humanidade, ele desenvolveu a primeira lâmpada. Essa tecnologia tão comum e tão importante é pouco compreendida por nós, que não fazemos a mínima questão de compreender o seu funcionamento.

    Mas chegou a hora de fazermos uma breve viagem pelo interior de diferentes tipos de lâmpadas. Além compreendermos melhor cada dessas tecnologias.

    Depois deste artigo você não terá mais dúvidas na hora de escolher que tipo de lâmpada usar em sua casa.

    Está preparado?

    Chegou a hora de você conhecer os 4 modelos mais comuns e de compreender exatamente como cada um deles torna-se capaz de emitir luz.

    Lâmpada Incandescente

    Vamos começar pelo modelo mais antigo de todos. Em 21 de outubro de 1879 Thomas Edison se aproveitou da eletricidade para desenvolver uma tecnologia importantíssima para nós.

    Edison criou pela primeira vez um meio durável de passar energia elétrica por um filamento de carbono, e desta maneira emitir luz. Muitos já haviam tentado algo similar, porém é ele quem recebe o mérito histórico pela invenção do primeiro modelo de lâmpada, a lâmpada incandescente.

    Esse é o tipo menos usado atualmente, devido ao seu alto consumo energético. E ao fato de sua durabilidade ser significativamente menor quando comparada às demais. Entretanto, foi o modelo mais utilizado até então.

    Thomas Edison construiu uma estrutura bem simples. Tudo começou com uma cápsula de vidro, da qual ele retirou o ar criando um vácuo e um filamento de carbono preso a dois fios.

    Apesar de alguns aprimoramentos, como por exemplo a substituição do filamento de carbono por um de tungstênio, a base do modelo permanece bastante similar.

    Basta ligar a um sistema elétrico que a eletricidade, enquanto corre entre os fios promove um fluxo de elétrons livres. Graças a agitação desses elétrons,  eles começam a se chocar com os átomos do filamento liberando cada vez mais energia.

    A energia liberada começa a esquentar o tungstênio, fazendo com que este comece a emitir fótons com comprimento de onda dentro do espectro visível para nós.

    Halógena

    A lâmpada halógena é a que mais se assemelha tecnologicamente à fluorescente. Desenvolvida ainda no início do século XX, ela foi um aprimoramento da invenção de Edison.

    A grande diferença da halógena para a fluorescente está no ciclo do halogênio. A maneira como emitem luz é bastante similar, entretanto, o seu aproveitamento é superior.

    Com a passagem da corrente elétrica e em meio ao processo já descrito anteriormente, algumas partes do filamento de tungstênio evaporam. Graças ao ciclo do halogênio esses átomos são capturados por gases inertes e halogênio. Desta forma, essas porções que antes se acumulariam no bulbo da lâmpada, agora retornam para o filamento.

    Graças a isso a lâmpada se torna mais durável, pois esse processo contém a depreciação do bulbo e o seu escurecimento. Além disso, o ciclo do halogênio aumenta o potência da lâmpada tanto na produção de luz quanto na temperatura de sua cor.

    Enquanto as fluorescentes duram cerca de 1 mil horas, essas possuem uma vida útil que varia entre 2 mil e 5 mil horas.

    Lâmpada Fluorescente

    Acredita-se que a ideia para as lâmpadas fluorescentes tenha vindo dos raios. Esse modelo, que foi desenvolvido por Edmund Germe, surgiu nas prateleiras para os consumidores no ano de 1930.

    Sua estrutura se assemelha a desenvolvida por Thomas Edison. Um tubo de vidro selado com um eletrodo dentro. Porém neste caso, teremos uma certa quantia de mercúrio, além de um gás inerte e pó de fósforo como componentes.

    Quando ligada a um sistema elétrico a eletricidade que alimenta a corrente excita os elétrons de mercúrio. Esses elétrons chocam-se contra os átomos de fósforo presentes, que ao serem energizados, liberam fótons.

    E assim, a emissão de luz realizada por essas lâmpadas é resultado da liberação de fótons por esses átomos enquanto realizam saltos quânticos.

    Lâmpada Led

    Led é a sigla para Light Emitting Diode, nome do componente que diferencia essa lâmpada de todas as demais desenvolvidas até então. Não se sabe exatamente quando foi que as lâmpadas leds nasceram. Porém, durante muito tempo acabaram sendo usadas apenas em sinalizadores de outros aparelhos por não emitirem luz suficiente.

    Em sua estrutura tem-se semicondutores responsáveis por converter eletricidade em luz visível. A maioria dos leds utilizam gálio e emitem raios infravermelhos. Entretanto, ao adicionarmos fósforo a essa composição obtemos como resultado a cor amarela. A medida que variamos a concentração ou mesmo a substância, podemos produzir iluminações de colorações variadas.

    A lâmpada Led de luz branca foi desenvolvida pelo japonês Shuji Nakamura em 1995. Neste caso, utiliza-se uma mistura de leds azuis com uma camada de nitrogênio.

    A grande vantagem deste modelo sobre os outros está na ausência de filamentos, que foram substituídos pelos Leds. Desta forma, elas produzem mais luz emitindo menos calor, o que aumenta consideravelmente a vida útil da lâmpada.  

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