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    Quem inventou a lanterna?

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    Você faz ideia de quando a lanterna foi inventada? Sabe quem foi que a criou? Vivemos dependente das tecnologias e muitas vezes nem nos interessamos por sua história.

    A lanterna é uma invenção antiga, que chegou para transformar o dia a dia em civilização, trazendo não só praticidade, mas também mais segurança para o cotidiano das pessoas.

    Para notar isso, basta imaginar uma situação de apagão. Sem dúvidas optar por uma lanterna é melhor do que ter que aderir a velas, especialmente se você vive com crianças em casa.

    Pense bem, quando a lanterna foi desenvolvida, a eletricidade não era nem de perto do que temos hoje em dia, além disso, as lâmpadas haviam acabado de serem criadas. A lanterna era ainda mais útil para aquele tempo do que para o nosso.

    Vamos conhecer um pouco mais sobre a história dessa invenção e sua evolução até aqui.

    A primeira Lanterna

    A primeira lanterna foi inventada em 1899 pelo inglês David Misell. Naquele tempo já havia sido desenvolvida a primeira massa de células secas, que criava uma pasta de eletrólitos ao invés de líquido, o que serviu como fonte de energia para o aparelho de iluminação portátil.

    O dispositivo era bem simples, e se baseava no conceito de lâmpada recém desenvolvido. Eram três baterias D colocadas em um tubo, as quais alimentavam uma pequena lâmpada incandescente. Embutido a estrutura um pequeno interruptor, capaz de ligar e desligar a luz.  

    Inicialmente essas baterias eram de zinco-carbono. Por causa disso, não forneciam uma corrente constante a lâmpada. Sendo assim, as lanternas funcionavam como uma espécie de flash. Elas se mantinham ligadas por um certo período de tempo. Após isso, precisavam descansar, para que então voltassem a ser capaz de emitir luz.

    Esse primeiro modelo, apesar de inovador, não vendeu conforme o esperado. Dois fatores explicam o problema.

    A primeira questão se relaciona as próprias baterias, que tinham um comportamento pouco útil e acabavamm desvalorizando as lanternas.  Além disso, as lâmpadas de filamento de carbono também eram insuficientes, o que prejudica ainda mais a função do aparelho.

    Não demorou para que o filamento de carbono fosse substituído pelo de tungstênio, o que melhorou consideravelmente o desempenho desse primeiro modelo. Mais tarde os problemas da bateria também foram resolvidos.

    Bastou resolver os percalços iniciais para que a lanterna começasse a se tornar popular. Rapidamente a invenção de David Misell passou a substituir as lâmpadas de combustível inflamável.

    Em 1898 o britânico é então premiado com a patente US 617592  por sua invenção. Juntamente com seu chefe Conrad Hubert, proprietário da American Electrical Novelty and Manufacturing Company deu início a produção em massa do aparelho.

    Breve Histórico

    Produzida pela então American Electrical Novelty and Manufacturing Company a lanterna tinha sua popularidade acrescida a cada mês. Em 1905 a empresa dona da patente, se reorganizou tornando-se American Ever Ready Company.

    Mais tarde em 1910, Ever Ready lança o seu próprio modelo utilizando o filamento de tungstênio, anunciando a própria marca.

    A partir daquele ano as variações do modelo clássico cilíndrico foram surgindo. Em 1922 já existiam mais de 10 milhões de usuários de lanterna em todo o mundo.

    Em 1967 surgia a primeira versão recarregável da Eveready. Agora os consumidores já não dependiam de baterias, mas conseguiam manter suas lanternas em funcionamento de suas próprias casas.

    A demanda pelo produto só crescia. A verdade é que o aparelho era absolutamente útil, a demanda era altíssima, e a venda aumentava a cada momento.

    Depois das recarregáveis a grande novidade foram os dois modelos principais, um menor que cabia no próprio bolso, e uma versão maior, muito utilizada para iluminar grande áreas, essa poderia ser deixada de pé, como uma espécie de refletor.

    As lanternas atuais mantiveram um funcionamento bastante similar. A grande diferença está na lâmpada, que aderiu a modelos mais tecnológicos, passando de fluorescentes a incandescentes ou LEDs. Os novos modelos de lâmpadas são mais duráveis e econômicos, portanto mais eficientes.

    Hoje em dia temos todos os tipos de modelos e tamanhos, além de infinitas variações de design. As lanternas ainda fazem parte do dia a dia de muitas pessoas, sendo úteis até mesmo para diversas profissões, como para os mecânicos por exemplo.

    Apesar de seu mais de um século de criação, a demanda pela lanterna ainda existe e bem provavelmente ela não será substituída tão cedo.

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