Efeito Mandela: Você sabe o que é e como afeta todos nós?

Nossa mente é capaz de pregar muitas “pegadinhas” conosco, mas no caso do Efeito Mandela é um pouco diferente. É dificil explicar, até mesmo para os profissionais da psicologia que estudam a anos o cérebro. Até astrofísicos já tentaram entender o que acontece, elaborando teorias que nos deixam embasbacados.

Ocorre que muita coisa acontece e passa despercebida, mas muita coisa que não acontece nós somos capazes de lembrar. Como isso é possível? Bom, esse é basicamente o Efeito Mandela. Queremos explicar isso de uma maneira mais detalhada para vocês, então dê uma olhada e se impressione junto comigo.

O que é?

Efeito Mandela leva o nome de um dos maiores homens que já passou por aqui: Nelson Mandela.

Ele ficou conhecido mundialmente por sua luta contra o Apartheid, na África do Sul. Ficou preso por 27 anos e após ser libertado tornou-se presidente da África do Sul, entre 1994 e 1999. É chamado pelo povo de “Madiba”, e foi o vencedor do Nobel da Paz em 1993.

Mandela viveu até 2013, quando foi vítima de uma infecção pulmonar, levando-o a óbito.

Mas o que o líder sul-africano tem a ver com o efeito psicológico?

Surgiu em 2010 quando a pesquisadora Fiona Broome acreditava veemente que o ex-presidente havia falecido na prisão, na década de 80, bem antes do seu real funeral. Ela lembrava-se dos detalhes do dia da morte inclusive do funeral de Nelson Mandela.

Ela estava confusa? Esqueceu-se? De cara pareceu ser, mas andando um pouco ela logo percebeu que não era a única. Durante uma convenção, Broome passou a conversar com muitas pessoas, estas relataram lembrar-se de que Mandela havia morrido SIM durante os anos 80. Ela começou a ficar preocupada e tranquila ao mesmo tempo.

Percebeu, também, que alguns nerds do local juravam ter assistido um episódio de Jornada nas Estrelas que nunca existiu. Foi aí que ela criou a teoria do Efeito Mandela.

Depois de constatar que muitas pessoas era afetadas por esse efeitos, Broome começou a pesquisar mais à fundo e descobriu muitas coisas a respeito.

Uma delas é que o Efeito Mandela trata-se de uma memória falsa, ou memória distorcida. Como possuímos muitas lembranças, nosso cérebro confunde-se várias vezes. Essas confusões fazem com que não sejamos capazes de distinguir o real do imaginário em diversas vezes.

Essa é a teoria psicológica, teorias foram aparecendo, uma mais maluca que a outra, mas não deixam de ser plausíveis.

Teorias

  • Teoria dos universos múltiplos

Alguns acreditam que nós andamos em mais de um universo, mudando de um para o outro sem perceber. Fatos e acontecimentos do nosso cotidiano acontecem de maneiras diferentes nas realidades em que passamos. Segundo a teoria, Nelson Mandela realmente teria morrido na década de 80 em um outro plano, universo, mundo ou sei lá o que seria.

  • Neil deGrasse

Segundo o astrofísico mais famoso do mundo, há 50% de chances de estamos numa simulação, isso é fato, segundo ele. Ele diz que a humanidade é apenas um conjunto de diversos testes realizados por entidades desconhecidas. Que essas memórias malucas do Efeito Mandela seriam erros na matrix. Que doideira, não?

  • Teoria da criptomnésia

Aqui uma lembrança pode ser sentida de maneira vívida, pois sua origem é confusa. Assim, podemos tomar para nós qualquer informação lida, ouvida ou vista como verdade, algo real.

Enfim, o fato de ter muitas teorias, é a prova de que o Efeito Mandela ainda é um mistério, sendo muito dificil de ser explicado. Outros exemplos do efeito podem ajudar a encontrar uma resposta: como o caso do jovem na praça de Tiananmen, na China.

As pessoas juram que ele foi atropelado por um tanque, quando na verdade ele “só” parou na frente. Ou o caso do 11 de setembro, quando as pessoas acreditavam estar assistindo Dragon Ball Z, quando foi interrompido pelo plantão da Globo. Esses e muitos outros eventos são casos para serem estudados.

Mas e você, já “sofreu” algum Efeito Mandela?